quarta-feira, 27 de julho de 2011

UM BOTÃO DE ROSA


É Dia dos Namorados. Um rapaz entra numa floricultura e pede:
- Por favor, senhor, providencie-me um bouquet de flores. O mais caro que o senhor tiver.
- E que tipo de flores você quer?
- pergunta o florista.
- Qualquer tipo, só quero que seja algo que impressione uma mulher. - Que tal um bouquet de rosas? - Ótimo! - Quer escolher as flores? - Não, escolhe o senhor mesmo! O senhor tem mais prática.
- Está certo! Vai querer um cartãozinho também? - Não, senhor, não tem necessidade. Vou entregar pessoalmente. - Você é quem sabe, mas um cartãozinho sempre ajuda. - Estou muito atarefado hoje... sem cabeça pra escrever, entende? E estou com pressa. Ainda preciso mandar lavar meu carro. Por favor, seja rápido.
Logo após este rapaz ter saído, entra um outro moço na loja. Olha aqui, olha alí, compara os preços, indeciso. - Pois, não, moço. Em que posso ajudá-lo? - Senhor, preciso muito comprar algo especial para uma moça mais especial ainda, mas tenho pouco dinheiro. O senhor tem alguma sugestão? - Dê-lhe um botão de rosa. Eu faço uma embalagem bem bonita. Garanto-lhe que ela vai gostar! - Boa idéia! Posso escolher a flor? - Claro, amigo. Fique à vontade. Vai querer um cartãozinho também? - Não sei se meu dinheiro dá...
- A gente dá um jeito,
disse-lhe o florista, piscando para ele. - É sua namorada?
- Ainda não... mas, se Deus quiser, vai ser! Eu daria um braço por ela.
- Boa sorte!
- Obrigado.
Quando o rapaz foi embora, o florista ficou mentalmente comparando os dois jovens. Se ele tivesse uma filha, gostaria que ela encontrasse alguém como este último. Sujeito devotado. Alguns dias depois, o primeiro rapaz volta à loja. - Bom dia, senhor, lembra-se de mim?
- Claro que sim. Mais flores pra namorada?
- Praquela? Não.. que nada! É pra uma outra, aí.
- O quê houve com aquela?
- Ih... o senhor nem imagina... ela deu uma olhadinha no buquet que eu comprei aqui com o senhor e o devolveu pra mim na mesma hora. Fiquei tão bravo que o joguei no lixo... da casa dela!
- Mas, o quê houve, meu amigo?
- Sei lá, a única coisa que ela me disse foi que não podia aceitar minhas flores porque estava apaixonada por um botão de rosa. Dá pra entender?
- É coisa de mulher!
- É verdade! O senhor tem razão, é coisa de mulher.


'Ser simples e ser incrivel'...

quinta-feira, 7 de julho de 2011

SONHE, MAS DÊ A DEUS O DIREITO DE SONHAR, TAMBÉM!


Queremos que tudo aconteça conforme planejamos!
Não é assim? Traçamos uma linha reta do ponto de partida até o ponto final, que, no caso, seria o nosso

objetivo.


Esquecemos de que, como filhos de Deus, temos um Pai que cuida de nós. E nem tudo o que queremos é o que Ele quer para nós.


Não aceitamos obstáculos, não aceitamos lutas, não aceitamos retaliações, não aceitamos interferências; temos um sonho, mas Deus também tem o Seu sonho para nós.


Ninguém que serve a Deus é fruto do acaso. Não nascemos devido ao mal funcionamento de uma pílula anticoncepcional, nem tão pouco somos fruto de um

método contraceptivo que falhou. Creio que todos nascemos por indicação e escolha divinas.


Somos um projeto de Deus, o povo Seu. Ele, e só Ele, tem direito legal sobre as nossas vidas, então: dê a Deus o direito de sonhar um sonho para você.


Não brigue com o Senhor, não discuta com Ele, não desanime na peleja. Aceite o plano que Deus tem para você. Aceitar faz parte do projeto. Sofrer? Parece ser o

veículo mais seguro de nos levar até à presença do Pai dos Sonhos.


Todos os que têm uma chamada divina trazem em suas almas, e até no corpo, as marcas do sofrimento. Por que? Por que faz parte do projeto que Deus tem para você.


Deus não quer criar filhinhos-de-papai, que não darão valor no que receberam, porque todas as coisas vieram de mão beijada. Fazem parte do plano as lutas, as provações (que, no momento, parecem ser do inimigo) mas que serão fundamentais no ato de moldar aqueles que são chamados. Sim, Deus está moldando você!


Na vida do cristão o que não acontece a mando de Deus, acontece com a permissão dEle.


Deus "sonha" com "alguém" que Lhe abra as portas para poder moldar-lhe, ajustar-lhe, e fazer desse alguém um grande campeão!


Livro O SONHO DO HOMEM E O PROJETO DE DEUS Autor Pr. Marcos Feliciano

terça-feira, 14 de junho de 2011

O QUEBRADOR DE PEDRAS


Era uma vez um sujeito muito simples, que ganhava a vida quebrando pedras.

Ele tinha saúde, emprego, família, mas, vivia permanentemente insatisfeito.

Um dia ele passou em frente a casa de um homem muito rico e importante e sentiu um terrível inveja ao vê-lo cercado de bens valiosos e pessoas importantes.

Ah... como ele queria ser como aquele homem!

Então, inexplicavelmente, como num passe de mágica... plim! Ele foi colocado no lugar do rico.

Mas, quando ia começar a usufruir o luxo e o poder, passou em frente daquela casa um importante general, montado num magnífico cavalo, e todos se curvavam diante dele. O quebrador de pedras novamente sentiu inveja e desejou ser aquele general e, mais uma vez, plim! Lá estava ele, em cima do cavalo.

Mas, quando ia começar a desfrutar o prestígio do general, caiu do cavalo, devido ao forte calor do sol do meio-dia. Então, ele invejou o sol e... plim!

Mas, quando ia começar a experimentar todo o poder de seus raios, uma nuvem escura veio e tapou-lhe a visão e interrompeu seus raios. Invejou a nuvem escura e... plim!

Mas, quando ia começar a tapar os raios do sol, passou um forte vento e jogou a nuvem pra longe. Invejou o vento e... plim!

Mas, quando ia começar a jogar nuvens escuras para bem longe, uma montanha quebrou o vento. Invejou a montanha e... plim! Tornou-se a montanha.

Ah... agora, finalmente, parece que ficou satisfeito, pois, parecia-lhe que, em todo o mundo, nada era mais poderoso que uma grande e inabalável montanha.

Mas, foi neste pequeno e único momento de satisfação que ele ouviu um som que lhe era bastante familiar, o som de uma pesada marreta de ferro manejada com habilidade por um musculoso quebrador de pedras, quebrando a montanha devagarinho.

Porque também nós éramos outrora insensatos,
desobedientes, extraviados, servindo
a várias paixões e deleites, vivendo em malícia
e inveja, odiosos e odiando-nos uns aos outros.

Tito 3.3


sexta-feira, 10 de junho de 2011


Seu amor me persegue


Quando eu me afasto de ti eu sinto teu amor me perseguir
Quando dou as costas a ti, vejo o senhor correndo pra estar a minha frente.
Quando não quero nem falar, sinto o senhor recostar-se no meu peito pra ouvir meu coração.
Pois tu estas interessado em mim
Pois tu estas apaixonado por mim
E nada do que eu faça mudara seu amor
Tu não desistiras, não desanimaras.
Ate me ter em teus braços...
(Então) correrei , correrei , correrei para o teu amor
Te abraçarei , te abraçarei com toda a minha força


E o tempo tem vencido minha paixão


Rendido estou como um nevoeiro diante do sol da manha.
Estou a respirar ... mas vivo não estou.
Parece que a vida fugiu de mim.
Parece que o céus se fecharam e não há mais sol
Parece que o frio chegou e não há mais fogo
E o tempo tem vencido minha paixão
Mas eu sei que tu viras bem no meio da minha escuridão ..
Eu confio em ti Senhor Faz em mim o teu querer!!!!

terça-feira, 7 de junho de 2011

A ILHA DOS SENTIMENTOS


Era uma vez uma ilha onde moravam os sentimentos.

Num dia de muita tempestade a ilha toda foi inundada e cada um procurou salvar-se como pode.

O AMOR, no entanto, não se apressou, pois queria ficar um pouco mais com sua ilha tão querida. Mas a situação ficou feia e ele começou a se afogar.

Ao ver a RIQUEZA passando em seu luxuoso iate, pediu ajuda: - Não posso levar você, não cabe. Meu barco está cheio de ouro e prata!

Ao ver a VAIDADE passar, também pediu ajuda: -Não posso, você está todo sujo e vai sujar meu barquinho!

Ao ver a TRISTEZA passar, também pediu ajuda: -Ah! AMOR, estou tão triste... prefiro ficar sozinha!

A INDIFERENÇA nem sequer respondeu ao seu pedido de socorro.

Foi então que passou um velhinho e a socorreu: -Sobe, AMOR, eu levo você. O Amor ficou tão feliz e aliviado que até se esqueceu de perguntar o nome do seu benfeitor.

Chegando ao alto de um morro, onde estavam os sentimentos que se haviam salvado, ele perguntou à SABEDORIA: -Quem é aquele velhinho que me salvou?

Ela respondeu: -O TEMPO. Somente o TEMPO é capaz de dar valor a um grande AMOR.


sexta-feira, 27 de maio de 2011

A PRINCESA ESQUECIDA


Era uma vez uma princesa muito bela e sensível, que apesar de ter vários pretendentes, nenhum a pedia em casamento, porque ela tinha um problema: era esquecida.

No entanto, não era de tudo que ela se esquecia. Na verdade, ela se esquecia de apenas uma coisa: que havia se apaixonado no dia anterior.

Isso obrigava os rapazes a ter que reconquistá-la todos os dias.

Apesar desta tarefa não ser muito difícil (pois ela se apaixonava com facilidade), eles tinham medo.

Finalmente, apareceu um pretendente muito determinado, e se casou com ela.

Quando eles fizeram cinco anos de casamento, o rei fez uma grande festa e, ao ver sua filha feliz e radiante, mais linda do que nunca, perguntou ao rapaz:
- Aquele problema da minha filha... bem, vocês estão conseguindo superar? Não tem atrapalhado o casamento de vocês?

- Não, meu rei, ao contrário. Ter que reconquistá-la todos os dias não é um problema, é uma benção. É a força do nosso casamento.

Maridos, vivei com elas com entendimento,
dando honra à mulher, como vaso mais frágil.

I Pedro 3.7

sábado, 21 de maio de 2011

Vasos Quebrados


Era uma vez um depósito de vasos quebrados.

Ninguém se importava com eles. Eles mesmos não se importavam por estar quebrados, ao contrário, quanto mais quebrados ficavam, mais eram respeitados pelos outros.

Um dia, por engano, um vaso inteiro foi parar no meio dos vasos quebrados, mas, por ser diferente dos demais, de imediato ele foi rejeitado e hostilizado.
Justo ele, que tinha uma necessidade miserável de ser aceito.

Tentou se aproximar dos vasos menos danificados, aqueles que tinham apenas a boca rachada, mas, não deu certo. Depois, procurou se aproximar dos vasos que tinham apenas um pequeno furo na barriga, mas, também foi repelido. Tentou uma terceira vez, com os vasos que estavam trincados na base, mas, não adiantou.

Resolveu, então, arranjar umas brigas, esperando conseguir um ferimento, um risco, uma trinca ou, quem sabe, com um pouco de sorte, até um quebrado bacana, mas, naquele lugar, ninguém tinha força bastante para quebrar os outros. Se algum vaso quisesse se quebrar, tinha que fazer isso sozinho.

E foi isso mesmo que ele fez. E conseguiu o que queria, ser aceito no clube dos vasos quebrados.

Ficou feliz, realizado, mas, não por muito tempo, pois, logo começou a se incomodar com uma outra necessidade, a de ser respeitado pelos demais vasos quebrados.

Para isso, teve que ir-se quebrando. E se quebrou em tantos pedaços que voltou ao pó.

E deixou de ser vaso!

Não vos enganeis. As más companhias
corrompem os bons costumes.

I Coríntios 15.33

domingo, 15 de maio de 2011

O circulo do Amor




Ele quase não viu a senhora com o carro parado no acostamento, mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim, parou o seu carro e se aproximou.

O carro dela cheirava à tinta de tão novinho.

Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada. Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora.

Ele iria aprontar alguma coisa? Ele não parecia seguro; parecia pobre e faminto.

Ele pode ver que ela estava com muito medo e disse: “- Eu estou aqui para ajudar madame. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Bryan".

Bem, tudo o que ela tinha era um pneu furado, mas, para uma senhora, era ruim o bastante.

Bryan abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu. Mas, ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos.

Enquanto ele apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St. Louis e só estava de passagem por ali. Disse que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda.

Bryan apenas sorriu, enquanto se levantava.

Ela perguntou quanto devia (qualquer quantia teria sido muito pouco para ela). Já tinha imaginado todas as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Bryan não tivesse parado.

Bryan não pensava em dinheiro. Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade. Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo. Ele respondeu:

“- Se realmente quiser me reembolsar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda de que ela precisa”. E acrescentou: “... e pense em mim”. Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi.

Tinha sido um dia frio e deprimido, mas ele se sentia bem, indo para casa, desaparecendo no crepúsculo.

Algumas milhas abaixo a senhora encontrou um pequeno restaurante. Ela entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante um tanto sujo. A cena inteira era estranha para ela.

A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso. Um sorriso que, mesmo depois de um dia inteiro de trabalho com os pés doendo, não pode apagar.

A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude.

A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco na vida podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Bryan.

Depois que terminou a refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou. Já tinha partido, quando a garçonete voltou. A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de cem dólares.

Havia lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora havia escrito.

Dizia: “Alguém me ajudou uma vez e da mesma forma eu a estou ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar, não deixe este círculo de amor terminar em você”.

Bem. Havia mesas para limpar, açucareiros para encher e pessoas para servir. Aquela noite, quando foi para casa e deitou-se na cama, ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixara escrito.

Como pode aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto?

Com o bebê para o próximo mês, como estava difícil. Ela virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou:

“- Tudo ficará bem, meu amor. Eu te amo Bryan”.

Pense nisso, e não feche esse círculo de amor.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Quem cochicha o rabo espicha


Dois amigos encontraram um urso na estrada. O primeiro subiu numa árvore e se escondeu.

O outro usava muleta e, não podendo fugir, resolveu se jogar no chão e se fingir de morto.

O animal chegou perto, cheirou as orelhas dele e foi embora (dizem que urso não mexe com quem está morto).

O que estava na árvore desceu e perguntou ao companheiro o que o urso tinha cochichado em seu ouvindo:
- Ele me disse para não viajar mais com quem abandona os amigos na hora do perigo.


Até o meu próprio amigo íntimo, em quem eu tanto confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar.
Salmo 41.9